Não Cometa Mais Erros: Casos Reais de Revisão de Projeto Mecânico no Campo Revelados

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Olá, pessoal apaixonado por inovação e tudo que move o nosso mundo! Como um entusiasta da engenharia mecânica e alguém que vive e respira o universo dos projetos, tenho notado uma transformação incrível acontecendo bem diante dos nossos olhos.

É fascinante ver como a nossa área, que sempre foi um pilar da indústria, está se reinventando com tecnologias que antes pareciam ficção científica. Sabe, eu sempre acreditei que o futuro da engenharia está em nossa capacidade de nos adaptarmos e de enxergarmos cada desafio como uma chance de ir além.

E, olha, o que eu tenho sentido e percebido, especialmente aqui em Portugal e no mundo lusófono, é que a inteligência artificial e a digitalização não são apenas “tendências”, mas sim ferramentas poderosas que estão mudando a forma como desenhamos, testamos e até mesmo revisamos nossos projetos.

Desde a otimização de designs com algoritmos inteligentes até a manutenção preditiva, a tecnologia está nos dando superpoderes! Mas, em meio a toda essa tecnologia de ponta, há algo que continua insubstituível e, na minha experiência, cada vez mais crucial: a revisão de projeto no local.

É ali, com a mão na massa, vendo o projeto ganhar vida, que a gente pega aqueles detalhes que nenhum software consegue simular perfeitamente. É o olho do engenheiro, a experiência em campo, que garante que tudo não só funcione, mas funcione com a eficiência e segurança que precisamos, e ainda alinhado com as nossas normas e a nossa cultura local.

É o equilíbrio perfeito entre a vanguarda tecnológica e o toque humano essencial. É sobre essa sinergia, entre a inovação digital e a expertise humana na revisão de projetos, que tenho muito para partilhar.

Vamos descobrir mais no artigo abaixo!

A Revolução Digital no Coração da Engenharia Mecânica Portuguesa

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Nós, engenheiros, sempre fomos movidos pela busca de soluções e pela otimização. E, confesso, a velocidade com que a engenharia mecânica em Portugal está a abraçar a transformação digital é algo que me deixa genuinamente entusiasmado. Não se trata apenas de adotar um software novo ou automatizar uma tarefa aqui e ali, mas de uma mudança de paradigma que redefine o nosso papel e as nossas capacidades. A inteligência artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT) estão, por exemplo, a impulsionar essa revolução, permitindo que as máquinas aprendam e se adaptem, realizando tarefas complexas com uma eficiência e precisão que antes pareciam inatingíveis. Tenho visto empresas por cá a investir seriamente em soluções que permitem desde a manutenção preditiva, onde sensores e algoritmos de IA preveem falhas antes que elas aconteçam, minimizando paragens inesperadas e custos, até à otimização de processos, ajustando a produção em tempo real. Isso, meus amigos, é o que chamo de “superpoderes” para o engenheiro moderno! É como ter uma equipa de milhares a trabalhar 24/7 para garantir que tudo corre sobre rodas.

O Impacto da IA na Otimização de Processos

A inteligência artificial transformou a maneira como abordamos a otimização de processos. Lembro-me de projetos antigos onde passávamos horas, dias, a simular cenários e a ajustar parâmetros manualmente. Hoje, com a IA, isso é feito de forma muito mais rápida e precisa. Algoritmos avançados conseguem analisar volumes massivos de dados, identificar padrões e sugerir ajustes que levam a ganhos de eficiência impressionantes. Pense, por exemplo, em linhas de montagem robotizadas. Com a IA, esses robôs conseguem identificar falhas, ajustar movimentos e até prever necessidades de manutenção sem a nossa intervenção constante. É um salto gigantesco que nos permite focar em desafios mais complexos e criativos, em vez de ficarmos presos em tarefas repetitivas. A sustentabilidade e a eficiência energética também encontram um grande aliado na IA, que ajuda a identificar padrões de consumo e a propor melhorias em sistemas térmicos e equipamentos, resultando em poupança de recursos e redução da pegada de carbono.

A Internet das Coisas (IoT) e o Monitoramento Inteligente

Quando falamos em IoT na engenharia mecânica, a imagem que me vem à cabeça é de um ecossistema inteligente, onde cada máquina, cada componente, está conectado e a “falar” connosco em tempo real. Sensores instalados em equipamentos industriais capturam dados cruciais sobre temperatura, vibração e consumo de energia, permitindo um monitoramento constante e preciso. Para quem, como eu, valoriza a prevenção, isto é ouro! A manutenção inteligente, baseada nos dados do IoT, não é apenas uma promessa, é uma realidade que evita falhas inesperadas e reduz custos operacionais de forma significativa. Imagine ter um sistema que te avisa exatamente quando e onde uma intervenção é necessária, muito antes de o problema sequer se manifestar. É a proatividade levada ao extremo, garantindo que a nossa infraestrutura funciona sempre no seu melhor.

Simulação e Prototipagem Virtual: Da Ideia ao Teste em Tempo Recorde

A fase de design de um projeto é, para mim, uma das mais emocionantes. É o momento em que a ideia ganha forma, em que os primeiros traços no papel se transformam em algo tangível. E a evolução das ferramentas de simulação e prototipagem virtual tem sido um verdadeiro divisor de águas nesse processo. Antigamente, a criação de protótipos físicos era um processo demorado e custoso. Hoje, podemos iterar em protótipos virtuais com uma rapidez e flexibilidade incríveis, economizando tempo e recursos. É como ter um laboratório inteiro dentro do computador, onde podemos testar diferentes materiais, geometrias e condições de operação sem sair da secretária. É a magia da engenharia digital a acontecer!

Aceleração do Desenvolvimento com Ferramentas 3D e Análise Avançada

A modelagem 3D, em conjunto com softwares de simulação avançada, permite-nos visualizar, analisar e até otimizar os nossos projetos antes mesmo de qualquer fabrico. Lembro-me de um projeto em que, através de simulações, conseguimos identificar pontos de stress num componente que, se não fossem corrigidos virtualmente, poderiam ter levado a uma falha catastrófica no protótipo físico. Isso não só nos poupou uma quantia considerável de dinheiro, mas também nos deu uma segurança enorme quanto à robustez do design final. Ferramentas como AutoCAD e SolidWorks, que são a base para muitos de nós, agora estão a ser complementadas por algoritmos de IA que sugerem modificações para otimizar desempenho, durabilidade e custo de fabrico. É fascinante ver como a tecnologia nos empurra para sermos ainda mais criativos e eficientes.

Manufatura Aditiva e Personalização de Produtos

A impressão 3D, ou manufatura aditiva, é outro campo onde a digitalização nos abriu um leque de possibilidades inimagináveis. Criar protótipos e peças complexas com rapidez e menor custo, reduzindo desperdícios e aumentando a personalização dos produtos, é uma realidade. É como ter uma pequena fábrica ao nosso dispor. Tenho acompanhado de perto o uso da impressão 3D na produção de componentes com geometrias complexas e propriedades personalizadas, algo que era impensável há poucos anos. A IA, inclusive, tem um papel crucial aqui, ajudando a definir a melhor orientação de impressão e a distribuição do material para reduzir falhas, acelerando todo o ciclo de produção. É a fusão perfeita entre a inovação digital e a capacidade de materializar as nossas ideias mais arrojadas.

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A Essência Insubstituível da Revisão Humana no Local

Por mais avançada que a tecnologia se torne, e acreditem, sou um grande entusiasta, há algo na engenharia que, na minha modesta opinião, nunca será totalmente substituído: o olho humano, a experiência e a intuição do engenheiro em campo. A revisão de projeto no local é o nosso controlo de qualidade supremo, o momento em que a teoria encontra a prática, e onde a nossa experiência ganha um valor inestimável. É aqui que os detalhes que nenhum software consegue simular perfeitamente são apanhados. Já presenciei situações onde uma pequena observação num canteiro de obras, algo que um algoritmo jamais identificaria, preveniu um problema enorme. É o nosso toque humano que garante a eficiência e a segurança, alinhado com as normas e a cultura local, que são tão importantes em Portugal.

Detetando o Indetetável: O Valor da Observação Experiente

A revisão no local é crucial para identificar erros e omissões que, de outra forma, só seriam descobertos na fase de execução, gerando custos exorbitantes e atrasos. Já vi casos onde, ao caminhar pela obra, percebi que a disposição de uma tubagem não estava a considerar o espaço necessário para futuras manutenções, um detalhe prático que não estava óbvio nos desenhos 3D. Outro exemplo: a interação entre diferentes componentes, que pode ser perfeita no modelo virtual, pode apresentar pequenas incompatibilidades na realidade, devido a tolerâncias de fabrico ou condições ambientais específicas. A nossa experiência permite-nos “ler” o ambiente, antecipar problemas e propor soluções que garantam a conformidade com as normas e regulamentos vigentes. É uma espécie de sexto sentido que desenvolvemos ao longo dos anos, e que é insubstituível.

Garantindo a Conformidade e a Segurança em Campo

Para mim, a segurança é sempre a prioridade máxima. E é na revisão de projeto no local que garantimos que todos os aspetos de segurança foram devidamente considerados e implementados. É fundamental para prevenir falhas catastróficas que poderiam causar danos a pessoas ou propriedades. Em Portugal, onde as normas e regulamentos são rigorosos, assegurar a conformidade é vital, e o engenheiro em campo é o guardião desse compromisso. Lembro-me de um projeto onde a inclinação de uma rampa, embora dentro das especificações teóricas, apresentava um risco de escorregamento real devido ao tipo de revestimento utilizado e às condições climáticas locais. Foi uma observação simples, mas que salvou vidas. É a nossa responsabilidade garantir que o que está no papel se traduz em segurança e funcionalidade no mundo real.

Desafios da Transformação Digital na Engenharia Portuguesa e Como Superá-los

Apesar de todo o entusiasmo que a transformação digital nos traz, não podemos ignorar que ela também apresenta os seus desafios, especialmente no contexto português. A resistência à mudança, a falta de liderança digital e, claro, a requalificação da mão de obra são obstáculos reais que muitas empresas enfrentam. Mas, na minha experiência, cada desafio é uma oportunidade disfarçada de crescimento. O estudo “Talent – Point of View” da PROFORUM, por exemplo, destaca que 40% das competências de trabalho vão mudar nos próximos cinco anos, exigindo a requalificação de metade dos profissionais. É um cenário que exige de nós, engenheiros, uma mente aberta e uma vontade constante de aprender.

A Lacuna de Competências Digitais e a Necessidade de Requalificação

Um dos maiores desafios que observo é a lacuna de competências digitais. Muitas empresas, especialmente as PME, ainda estão nos “primeiros passos” da digitalização, por vezes apenas passando do papel para um documento PDF. Isso mostra que o investimento em tecnologia, embora crucial, precisa ser acompanhado por um investimento ainda maior nas pessoas. É fundamental capacitar as nossas equipas, oferecer formação em literacia digital e incentivar uma cultura de aprendizagem contínua. Programas de formação em Inteligência Artificial para Engenheiros, como os oferecidos pela Ordem dos Engenheiros, são exemplos do caminho a seguir, focando na aplicação prática e na otimização da gestão de projetos com IA. Eu, pessoalmente, acredito que a curiosidade e a busca por conhecimento são as nossas maiores ferramentas para superar essa lacuna.

Superando a Resistência à Mudança e Cultivando uma Mentalidade Digital

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A resistência à mudança é algo natural, afinal, somos criaturas de hábitos. Mas na era da transformação digital, apegar-se ao passado é um luxo que não podemos permitir. É preciso cultivar uma mentalidade digital, onde a inovação é vista como uma aliada e não como uma ameaça. Acredito que a chave está em mostrar os benefícios concretos e tangíveis dessas novas ferramentas, envolvendo as equipas no processo e incentivando a experimentação. Quando as pessoas veem como a IA pode, por exemplo, automatizar tarefas repetitivas e libertá-las para trabalhos mais estratégicos, a resistência diminui consideravelmente. É uma questão de comunicação, de liderança e de criar um ambiente onde o erro é visto como uma oportunidade de aprendizado.

Característica Ferramentas Digitais (IA/IoT/Simulação) Revisão Humana no Local
Velocidade e Eficiência Otimização e análise em tempo real, prototipagem rápida, automação de tarefas repetitivas. Identificação de problemas complexos não simuláveis, validação de segurança e conformidade prática.
Custo-Benefício Redução de erros de design, menor necessidade de protótipos físicos, manutenção preditiva. Prevenção de retrabalhos caros na fase de execução, garantia de alinhamento com a realidade do terreno e cultura local.
Precisão e Detalhe Análise de grandes volumes de dados, identificação de padrões, cálculo de desempenho e durabilidade. Observação de nuances, intuição para problemas inesperados, validação de interações complexas entre componentes reais.
Flexibilidade e Adaptação Iteração rápida de designs, adaptação a novos contextos com algoritmos de ML. Ajuste a imprevistos no canteiro de obras, resolução de problemas únicos e imprevisíveis.
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Sinergia Imbatível: Integrando o Virtual e o Real para Projetos de Sucesso

Onde a tecnologia digital e a experiência humana se encontram, é onde a verdadeira magia acontece. Acredito firmemente que a integração entre o virtual e o real é o futuro, e já é o presente, para projetos de engenharia mecânica de sucesso. Não se trata de escolher um em detrimento do outro, mas de criar uma sinergia onde cada um potencia o melhor do outro. As ferramentas digitais dão-nos a capacidade de explorar possibilidades, de otimizar e de prever com uma precisão sem precedentes, enquanto o toque humano garante que esses projetos são realistas, seguros e alinhados com as necessidades e especificidades do mundo real. É uma dança constante entre a inovação tecnológica e a sabedoria acumulada ao longo de anos de experiência.

A Colaboração Digital Amplificada pela Expertise Humana

A colaboração, que antes era “quase artesanal”, como se costuma dizer, com plantas à mão e reuniões presenciais, transformou-se com a digitalização. Hoje, podemos ter modelos vivos, conectados e compartilhados em tempo real, onde todas as disciplinas trabalham juntas. Mas, e aqui entra o nosso valor, é a expertise humana que dá sentido a esses dados, que interpreta os resultados das simulações e que garante que as soluções propostas são viáveis e eficientes. A integração de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) e MES (Manufacturing Execution System), por exemplo, centraliza processos e otimiza operações, mas é o engenheiro que guia e refina esses sistemas, garantindo que a tecnologia serve os nossos objetivos de forma inteligente. É a nossa capacidade de pensar criticamente e de resolver problemas complexos que faz a diferença.

A Tomada de Decisão Apoiada por Dados e Intuição

Com a quantidade de dados que as ferramentas digitais nos fornecem, a tomada de decisão tornou-se muito mais informada. Podemos analisar padrões, prever comportamentos e identificar riscos com uma clareza que antes era impensável. A IA como ferramenta de apoio à decisão em projetos é uma realidade, com planeamento e acompanhamento assistido por IA e análise preditiva. No entanto, a intuição e o bom senso do engenheiro continuam a ser elementos cruciais. Há situações em que os dados podem apontar para uma direção, mas a nossa experiência nos diz que há um fator humano ou uma nuance local que precisa ser considerada. É o equilíbrio entre a lógica dos algoritmos e a sabedoria prática que leva às melhores decisões. É saber quando confiar plenamente na máquina e quando o nosso instinto nos diz para olhar mais de perto.

O Futuro da Engenharia Mecânica em Portugal: Tendências e Oportunidades

Olhando para o horizonte, vejo um futuro incrivelmente promissor para a engenharia mecânica em Portugal. As tendências apontam para uma integração cada vez mais profunda da IA, IoT e manufatura aditiva, mas sempre com o engenheiro no centro dessa evolução. O crescimento sustentável da economia portuguesa dependerá cada vez mais da nossa capacidade de conjugar tecnologia, dados e, acima de tudo, talento humano para reinventar o trabalho e criar valor. A Ordem dos Engenheiros tem sido um pilar na capacitação dos profissionais, mostrando que dominar estas ferramentas não é apenas uma vantagem, mas um fator decisivo para a competitividade e a sustentabilidade das nossas carreiras. Sinto que estamos a construir uma nova era para a engenharia no nosso país, cheia de oportunidades para quem estiver disposto a abraçar a mudança e a aprender continuamente.

Investimento em Talento e Inovação Local

Um dos pontos que me tem deixado a pensar é o facto de, em Portugal, as empresas investirem três vezes mais em tecnologia do que em pessoas. Embora a tecnologia seja vital, o verdadeiro diferencial está no talento humano. É essencial que continuemos a investir na formação dos nossos engenheiros, em programas de requalificação e em incubadoras de inovação que promovam o desenvolvimento de soluções locais. Empresas como a ITDS Portugal e a PwC Portugal estão a disponibilizar especialistas e soluções em IA, mostrando a importância de aceder a conhecimento profundo para escalar projetos. Acredito que temos um potencial enorme para liderar em certas áreas da engenharia digital, aproveitando a nossa criatividade e a nossa capacidade de adaptação.

Engenharia Sustentável e a Responsabilidade do Engenheiro Moderno

À medida que avançamos com a digitalização, a responsabilidade de construir um futuro mais sustentável torna-se ainda mais evidente. A engenharia mecânica tem um papel crucial na busca por soluções mais eficientes e amigas do ambiente. A IA, como mencionei, pode ser uma aliada poderosa na otimização de sistemas energéticos e na redução da pegada de carbono. Mas a decisão final, a ética por trás das escolhas de design e a preocupação com o impacto a longo prazo, isso sim, é algo intrinsecamente humano. É a nossa visão e o nosso compromisso com as futuras gerações que moldarão uma engenharia verdadeiramente sustentável. É um desafio que me move e que acredito que todos nós, engenheiros, devemos abraçar com paixão e determinação.

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글을 마치며

Como vimos ao longo deste artigo, o futuro da engenharia mecânica em Portugal é um terreno fértil de oportunidades, onde a inovação digital se entrelaça com a insubstituível experiência humana. Esta simbiose entre o virtual e o real não só otimiza os nossos projetos, tornando-os mais eficientes e seguros, mas também eleva o nosso papel como engenheiros. Sinto-me incrivelmente otimista com o que está por vir e com a nossa capacidade de abraçar estas mudanças. Continuemos a aprender, a inovar e a construir um futuro mais robusto e inteligente para a nossa engenharia portuguesa!

알a 두면 쓸모 있는 정보

1. Abrace a aprendizagem contínua: O mundo da engenharia digital, com a IA e a IoT, está em constante evolução. Invista em cursos, workshops e seminários para manter as suas competências atualizadas e relevantes.

2. Valorize a experiência de campo: Por mais avançada que seja a tecnologia, a revisão humana no local continua a ser fundamental. Desenvolva o seu “olho clínico” e a intuição para detetar problemas que só a prática revela.

3. Integre ferramentas digitais na sua rotina: Utilize softwares de simulação, modelagem 3D e sistemas de gestão para otimizar o seu tempo e os resultados dos projetos. A eficiência é a chave para a competitividade.

4. Foco na sustentabilidade: Adote práticas de engenharia que minimizem o impacto ambiental e promovam a eficiência energética. A responsabilidade ambiental é um valor cada vez mais procurado e necessário.

5. Construa a sua rede: Participe em eventos da Ordem dos Engenheiros e outras associações profissionais. Trocar experiências e conhecimentos com colegas é crucial para o seu desenvolvimento e para descobrir novas oportunidades.

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중요 사항 정리

A transformação digital na engenharia mecânica é uma realidade incontornável, impulsionada por tecnologias como a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas e a manufatura aditiva. Estas ferramentas oferecem ganhos significativos em eficiência, precisão e otimização de custos, revolucionando o ciclo de vida dos projetos. Contudo, a revisão humana no local mantém-se como um pilar essencial, garantindo a deteção de nuances, a conformidade com as normas e a segurança prática que nenhuma simulação consegue replicar. O sucesso reside na sinergia entre estas abordagens, onde a expertise humana complementa e guia a inovação tecnológica. Superar os desafios da requalificação de competências e da resistência à mudança é crucial para que Portugal aproveite plenamente o potencial de crescimento e inovação neste setor, consolidando um futuro próspero e sustentável.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Com a explosão da inteligência artificial e da digitalização, quais são os benefícios mais tangíveis que nós, engenheiros mecânicos, podemos esperar na prática para nossos projetos?

R: Ah, que pergunta excelente! É exatamente isso que tem me mantido tão entusiasmado ultimamente. Sabe, o que eu tenho notado na minha própria vivência e no que vejo acontecer em empresas aqui em Portugal e no resto do mundo lusófono, é que a inteligência artificial e a digitalização não são apenas “buzzwords”; elas trazem vantagens reais e que impactam diretamente o nosso dia a dia.
Primeiro, a otimização de projetos. Com algoritmos inteligentes, conseguimos explorar um universo de possibilidades de design que, manualmente, levaria anos.
Pense em design generativo: o software nos sugere estruturas mais leves, resistentes e eficientes do que jamais imaginaríamos. Já tive a chance de trabalhar em projetos onde a IA nos ajudou a reduzir o peso de componentes críticos em mais de 20%, sem comprometer a segurança, e isso é simplesmente fantástico para os custos e para a sustentabilidade.
Além disso, a capacidade de simulação é levada a um nível totalmente novo. Podemos testar protótipos virtuais em condições extremas, prever falhas com uma precisão assombrosa e até mesmo antecipar como um sistema se comportará ao longo do tempo, tudo isso antes de cortarmos a primeira peça de metal.
E não para por aí! A manutenção preditiva, alimentada por dados de sensores e IA, significa menos paragens inesperadas e uma vida útil muito maior para os equipamentos, o que, para qualquer cliente, é música para os ouvidos.
O que eu sinto é que estamos a ganhar superpoderes para ser mais rápidos, mais precisos e, no final das contas, entregar soluções muito mais robustas e inovadoras.

P: Mesmo com toda essa tecnologia de ponta, por que você insiste que a revisão de projeto no local continua sendo tão essencial e insubstituível?

R: Essa é a grande questão, não é? E eu adoro essa provocação, porque toca num ponto que me é muito querido: o toque humano insubstituível. Embora as ferramentas digitais sejam revolucionárias – e eu as uso e defendo com unhas e dentes – a minha experiência diz-me que há nuances da realidade que nenhum software, por mais avançado que seja, consegue capturar na totalidade.
Imagine só: um modelo digital pode ser perfeito no ambiente controlado do computador, mas no local da instalação, o operador pode ter um tamanho de mão diferente, a iluminação pode criar sombras inesperadas, ou pode haver uma pequena irregularidade no chão que mude toda a ergonomia de um equipamento.
Já me deparei com situações onde a IA otimizou um fluxo de ar que era perfeito no papel, mas no terreno, a proximidade com um pilar gerava uma turbulência que o modelo não previu.
É o “feeling”, o cheiro, o barulho, a interação humana com a máquina que faz toda a diferença. Além disso, há toda a questão da conformidade com as normas locais, as tradições de segurança e até mesmo a cultura de uso que varia de país para país, de região para região.
A revisão no local é onde validamos não só a funcionalidade técnica, mas a usabilidade e a segurança “no mundo real”. É o nosso olhar crítico, a nossa intuição de engenheiros, que apanha aqueles detalhes que salvam um projeto de ser apenas bom, para ser verdadeiramente excecional e seguro.
Para mim, é onde a magia acontece e onde garantimos que a nossa obra não é só inteligente, mas também humana.

P: Como podemos, de fato, criar essa sinergia perfeita entre as ferramentas digitais avançadas e a nossa expertise humana no terreno para maximizar os resultados dos projetos?

R: Fantástica pergunta, porque aqui está a chave para o futuro da engenharia! Na minha modesta opinião, e com base no que tenho visto funcionar, o segredo está em não ver a tecnologia e o trabalho de campo como rivais, mas como parceiros de dança.
Primeiro, é crucial estabelecer um ciclo de feedback constante. Os dados e as simulações digitais devem servir de ponto de partida, mas as observações e os ajustes feitos durante a revisão no local precisam alimentar esses modelos novamente.
Já usei muito o conceito de “gêmeo digital” para isso: criar uma representação virtual exata de um sistema físico. Quando estamos no terreno, podemos usar dispositivos de realidade aumentada para sobrepor o modelo digital ao objeto real, identificando discrepâncias instantaneamente.
E, o mais importante, anotar cada ajuste, cada surpresa, cada melhoria que percebemos no local e levá-las de volta para a fase de design digital. É um processo iterativo: digital para físico, físico para digital, sempre melhorando.
Outro ponto fundamental é a formação e o empoderamento das nossas equipas. Precisamos de engenheiros que se sintam à vontade com as ferramentas de IA e digitalização, mas que nunca percam o seu instinto e a sua capacidade de observação crítica.
Encorajo sempre a minha equipa a questionar o que o software mostra e a validar com a realidade. O que senti que fez uma diferença tremenda foi a comunicação aberta entre os que modelam e os que estão no terreno.
Quando há essa troca fluida de informações, quando todos entendem a importância de ambos os mundos, então a sinergia acontece de forma natural e os resultados…
ah, os resultados são simplesmente espetaculares. É como ter o melhor dos dois mundos a trabalhar em conjunto, um complemento perfeito!